Revista Técnico-Científica CEJAM
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<p>A Revista Técnico-Científica CEJAM (RTCC) é um periódico de acesso aberto (open access) e fluxo contínuo, revisado por pares e editado pelo Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), com o propósito de “Transformar a vida das pessoas por meio da comunicação científica”.</p>Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM)pt-BRRevista Técnico-Científica CEJAM2764-9806<p style="margin-right: 0.01cm; margin-bottom: 0.21cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, serif;"><span style="font-size: small;">Os conteúdos publicados estão sob licença da </span></span><span style="font-family: Verdana, serif;"><span style="font-size: small;"><em>Creative Commons</em></span></span><span style="font-family: Verdana, serif;"><span style="font-size: small;"> (<a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/deed.pt-br" target="_blank" rel="noopener">CC BY-NC-SA</a></span></span><u></u><span style="font-family: Verdana, serif;"><span style="font-size: small;">) Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.</span></span></p>Publicar Não é Implementar: Reflexões sobre Comunicação Científica Interna e Cultura de Aprendizagem em Organizações de Saúde
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<p><strong>Objetivo: </strong>Refletir sobre as razões pelas quais a produção técnico-científica em organizações de saúde nem sempre se transforma em aprendizagem e uso consistentes, e propor diretrizes para estruturar um ecossistema de comunicação científica interna orientado à cultura institucional. <strong>Método:</strong> Artigo de reflexão teórico-conceitual, fundamentado em literatura sobre <em>knowledge translation</em> (Translação do Conhecimento), difusão de inovações, sistemas de saúde de aprendizagem e comunicação científica em linguagem simples. <strong>Resultados</strong>: Argumenta-se que “publicar” não equivale a “difundir” nem a “implementar” e que, sem curadoria, tradução e governança, a evidência tende a fragmentar-se ou tornar-se “vitrine”. Propõe-se um modelo pragmático em quatro pilares: (1) integridade e evidência; (2) aplicabilidade; (3) linguagem e formato; (4) governança e métricas, além de estratégias operacionais (microconteúdos, jornada integrada de canais, espaços de troca e feedback) e indicadores que privilegiem compreensão e uso, e não apenas alcance. <strong>Conclusão: </strong>Tratar a comunicação científica interna como infraestrutura de aprendizagem pode reduzir o hiato entre conhecimento e prática, fortalecer confiança e acelerar ciclos de melhoria contínua nas rotinas assistenciais e administrativas.</p>Jefferson Vinicius de Souza Almeida
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2026-03-032026-03-035e202650049e20265004910.59229/2764-9806.RTCC.e202650049Engajamento de Pacientes e Familiares nas Análises de Eventos Adversos: uma Prática Possível?
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<p>O editorial aborda o engajamento de pacientes e familiares nas análises de eventos adversos, discutindo seus benefícios e desafios, para sua prática nos serviços de saúde.</p>Pâmela Caroline Santos UemotoJuliana Salomão Rocha de OliveiraAndresa Gomes de PaulaMaristela Santini Martins
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2026-02-202026-02-205e202650046e20265004610.59229/2764-9806.RTCC.e202650046Estratégia Enunciativa na Construção da Logomarca da Rede Internacional de Gestão do Cuidado de Enfermagem Brasil
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<p><strong>Objetivo: </strong>Descrever acerca da criação da logomarca como estratégia enunciativa da Rede Internacional de Gestão do Cuidado de Enfermagem Brasil (RIGCE Brasil). <strong>Método:</strong> Trata-se de uma síntese temática norteada pela estratégia enunciativa para criação da logomarca da RIGCE Brasil. A confecção da logomarca envolveu a interpretação da filosofia da rede, a seleção de termos identitários e sua concepção simbólica, o cotejamento da ideia com os detalhes de logomarcas das demais redes associadas, e a criação de sucessivas versões até a saturação da versão final com auxílio dos stakeholders da rede. <strong>Resultados</strong>: A logomarca apresentou princípios estéticos e conceituais que refletem a filosofia da RIGCE Brasil e sua relação com os movimentos internacionais da mesma natureza. <strong>Conclusão: </strong>Foram retratados os elementos visuais presentes e interpretados à luz da simbologia própria da enfermagem e da gestão do cuidado.</p>Abel Silva de Meneses
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2026-02-252026-02-255e202650047e20265004710.59229/2764-9806.RTCC.e202650047Vivências e Impactos do Processo de Hospitalização em Unidade de Terapia Intensiva para o Acompanhante Familiar
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<p><strong>Objetivo: </strong>Analisar o impacto emocional e o sofrimento dos familiares acompanhantes decorrentes da internação de pacientes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta e relacionar os cuidados prestados pela equipe multiprofissional aos princípios da Política Nacional de Humanização. <strong>Método:</strong> Estudo de campo, de abordagem qualitativa, descritiva e exploratória, realizado entre junho e agosto de 2025, com acompanhantes de pacientes em risco iminente de morte internados na Unidade de Terapia Intensiva Adulta de um Hospital Municipal de São Paulo. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas e analisados segundo o método de análise de conteúdo e a qualidade metodológica se deu pelo <em>Consolidated Criteria for Reporting Qualitative Research</em>. <strong>Resultados</strong>: Os familiares enfrentam intenso sofrimento emocional, expresso por medo, ansiedade e luto antecipado. A visita mostrou-se essencial para o vínculo afetivo, enquanto a comunicação da equipe influenciou diretamente a percepção de acolhimento. A espiritualidade destacou-se como recurso de apoio e ressignificação, reforçando a importância de práticas humanizadas. <strong>Conclusão: </strong>Acompanhar um ente querido em estado crítico na UTI é uma experiência desgastante, marcada por incertezas, restrições de visita e dificuldade de acesso a informações claras. Conclui-se que é essencial incorporar práticas multiprofissionais humanizadas que incluam também o cuidado aos familiares.</p>Luana Santos Chagas da PaixãoJucinei Araujo de Jesus
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