Revista Técnico-Científica CEJAM https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc <p>A Revista Técnico-Científica CEJAM (RTCC) é um periódico de acesso aberto (open access) e fluxo contínuo, revisado por pares e editado pelo Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM), com o propósito de “Transformar a vida das pessoas por meio da comunicação científica”.</p> Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM) pt-BR Revista Técnico-Científica CEJAM 2764-9806 <p style="margin-right: 0.01cm; margin-bottom: 0.21cm;" align="justify"><span style="font-family: Verdana, serif;"><span style="font-size: small;">Os conteúdos publicados estão sob licença da </span></span><span style="font-family: Verdana, serif;"><span style="font-size: small;"><em>Creative Commons</em></span></span><span style="font-family: Verdana, serif;"><span style="font-size: small;"> (<a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/deed.pt-br" target="_blank" rel="noopener">CC BY-NC-SA</a></span></span><u></u><span style="font-family: Verdana, serif;"><span style="font-size: small;">) Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.</span></span></p> Publicar Não é Implementar: Reflexões sobre Comunicação Científica Interna e Cultura de Aprendizagem em Organizações de Saúde https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc/article/view/e202650049 <p><strong>Objetivo: </strong>Refletir sobre as razões pelas quais a produção técnico-científica em organizações de saúde nem sempre se transforma em aprendizagem e uso consistentes, e propor diretrizes para estruturar um ecossistema de comunicação científica interna orientado à cultura institucional. <strong>Método:</strong> Artigo de reflexão teórico-conceitual, fundamentado em literatura sobre <em>knowledge translation</em> (Translação do Conhecimento), difusão de inovações, sistemas de saúde de aprendizagem e comunicação científica em linguagem simples. <strong>Resultados</strong>: Argumenta-se que “publicar” não equivale a “difundir” nem a “implementar” e que, sem curadoria, tradução e governança, a evidência tende a fragmentar-se ou tornar-se “vitrine”. Propõe-se um modelo pragmático em quatro pilares: (1) integridade e evidência; (2) aplicabilidade; (3) linguagem e formato; (4) governança e métricas, além de estratégias operacionais (microconteúdos, jornada integrada de canais, espaços de troca e feedback) e indicadores que privilegiem compreensão e uso, e não apenas alcance. <strong>Conclusão: </strong>Tratar a comunicação científica interna como infraestrutura de aprendizagem pode reduzir o hiato entre conhecimento e prática, fortalecer confiança e acelerar ciclos de melhoria contínua nas rotinas assistenciais e administrativas.</p> Jefferson Vinicius de Souza Almeida Copyright (c) 2026 Autor(es) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-03-03 2026-03-03 5 e202650049 e202650049 10.59229/2764-9806.RTCC.e202650049 Saúde como Direito humano: Memória, Participação Social e Transformação no Território de M'Boi Mirim https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc/article/view/e202650057 <p>Refletir sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) como direito humano, articulando sua construção histórica às transformações vividas no território de M'Boi Mirim, na cidade de São Paulo. <strong>Método:</strong> artigo de reflexão construído a partir da memória autobiográfica do autor, do texto-base elaborado sobre a história local e de diálogo com artigos científicos sobre o SUS, a Estratégia Saúde da Família, participação social, violência urbana e modelos de gestão. <strong>Resultados:</strong> a reflexão mostra que a concretização do direito à saúde no território ocorreu de forma progressiva, com ampliação da atenção primária, presença de agentes comunitários, organização popular, conselhos gestores e estruturação de uma rede assistencial mais próxima das famílias. A experiência de M'Boi Mirim também mostra que o SUS ganha sentido concreto quando a universalidade e a equidade deixam o plano normativo e passam a ser vividas nas ruas, nas unidades de saúde e nos espaços de participação comunitária. <strong>Conclusão:</strong> compreender o SUS como direito humano exige reconhecer sua origem democrática e sua realização cotidiana nos territórios. A memória local permite observar que políticas públicas, trabalhadores e participação social podem transformar condições de acesso e fortalecer a cidadania.</p> Isaac de Souza Faria Copyright (c) 2026 Autor(es) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-09-08 2026-09-08 5 e202650057 e202650057 10.59229/2764-9806.RTCC.e202650057 Além da Norma: Contribuição para a Implementação Inicial da Norma Regulamentadora 1 e o Fortalecimento da Segurança Psicológica na Enfermagem https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc/article/view/e202650050 <p><strong>Objetivo: </strong>Descrever a estratégia de inovação aplicada como contribuição para a implementação inicial das diretrizes de riscos psicossociais da Norma Regulamentadora 1 (NR-1) em um hospital psiquiátrico, utilizando a Semana da Enfermagem como um catalisador para a construção da segurança psicológica e da justiça organizacional. <strong>Método:</strong> Relato de experiência, orientado pela diretriz SQUIRE 2.0, sobre a iniciativa "Cuidando de quem cuida". A experiência envolveu a oferta de atividades voluntárias (grupo terapêutico, auriculoterapia, yoga) e a análise qualitativa da receptividade da equipe (N=86) por meio de observação participante e feedback espontâneo. <strong>Resultados</strong>: A iniciativa obteve alta adesão (105 participações), com destaque para a auriculoterapia (29,1%) e o grupo terapêutico (17,4%). Este último consolidou-se como um espaço seguro para a partilha de estressores laborais (sobrecarga, violência), sendo percebido como um gesto de cuidado organizacional. <strong>Conclusão: </strong>A estratégia demonstrou ser uma via humanizada e eficaz para iniciar a adequação à NR-1. Ao transformar uma exigência normativa em uma oportunidade para fortalecer a segurança psicológica, a experiência representa um modelo de inovação com impacto direto na qualidade do cuidado.</p> Luciana de Souza Lima Bruna Lopes Cardoso dos Santos Thalita Padovan Thais Caroline Barreiros Cintra Wilson Jose Bevilaqua Cindy Maria de Castro Monteiro Rafael Braga Esteves Copyright (c) 2026 Autor(es) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-03-17 2026-03-17 5 e202650050 e202650050 10.59229/2764-9806.RTCC.e202650050 Coordenação do cuidado entre urgência e Atenção Primária para pacientes com doenças crônicas https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc/article/view/e202650055 <p><strong>Resumo</strong></p> <p><strong>Objetivo</strong>: Descrever o desenvolvimento de um modelo organizacional de coordenação do cuidado para pacientes com doenças crônicas descompensadas atendidos em um serviço público de urgência, visando fortalecer a integração com a Atenção Primária à Saúde e a continuidade assistencial. <strong>Método: </strong>Relato de experiência elaborado conforme a diretriz <em>Standards for Quality Improvement Reporting Excellence</em> (SQUIRE 2.0), desenvolvido em um pronto-socorro público do Sistema Único de Saúde. O modelo foi construído com base na análise dos processos assistenciais, na literatura científica e na experiência institucional, estruturando critérios de elegibilidade, plano de alta, comunicação entre os níveis assistenciais, monitoramento longitudinal e indicadores. <strong>Resultados: </strong>O modelo incorporou a coordenação do cuidado ao fluxo da urgência, organizando a identificação de pacientes elegíveis, o plano de alta, a articulação com a Atenção Primária e o acompanhamento da continuidade assistencial, além de definir indicadores para monitoramento do desempenho. <strong>Conclusão: </strong>O modelo fortalece a integração entre urgência e Atenção Primária, ampliando o papel dos serviços de urgência na coordenação do cuidado de pessoas com doenças crônicas e oferecendo estratégia organizacional potencialmente reproduzível no Sistema Único de Saúde. <strong>Descritores: </strong>Coordenação da Assistência ao Paciente; Atenção Primária à Saúde; Doença Crônica; Serviços Médicos de Emergência; Continuidade da Assistência ao Paciente.</p> Eduardo Luna de Oliveira Torres Copyright (c) 2026 Autor(es) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-08-14 2026-08-14 5 e202650055 e202650055 10.59229/2764-9806.RTCC.e202650055 Padronização da Avaliação de Feridas em Hospital Público de São Paulo https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc/article/view/e202650056 <p><strong>Objetivo: </strong>Relatar a construção e a implantação de uma ferramenta digital para padronização da avaliação, prescrição de coberturas e acompanhamento de feridas em um hospital público do município de São Paulo. <strong>Método:</strong> Relato de experiência orientado pela diretriz SQUIRE 2.0, desenvolvido no contexto da gestão do cuidado em feridas. A experiência envolveu a Comissão de Cuidados com a Pele, enfermeiros das unidades de internação e profissionais de educação permanente. A intervenção consistiu na criação de ferramenta em Excel baseada no acrônimo TIMERS, vinculada a um drive institucional com lista de coberturas padronizadas e formulário para solicitação de interconsulta. <strong>Resultados:</strong> A ferramenta foi disponibilizada nas unidades de internação após divulgação e capacitação institucional. Observou-se adesão dos enfermeiros, aumento dos pedidos de interconsulta para apoio à continuidade do cuidado e maior autonomia na gestão sistematizada de lesões. <strong>Conclusão:</strong> A experiência indica que instrumentos digitais simples, construídos a partir de referencial clínico, podem organizar a avaliação de feridas, apoiar a decisão do enfermeiro e qualificar fluxos assistenciais em serviços hospitalares.</p> Maria Helena Pinheiro Fábio Vidal Franco Marcela Maria da Silva Jucinei Araújo Jesus Copyright (c) 2026 Autor(es) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-08-28 2026-08-28 5 e202650056 e202650056 10.59229/2764-9806.RTCC.e202650056 Estratégia Enunciativa na Construção da Logomarca da Rede Internacional de Gestão do Cuidado de Enfermagem Brasil https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc/article/view/e202650047 <p><strong>Objetivo: </strong>Descrever acerca da criação da logomarca como estratégia enunciativa da Rede Internacional de Gestão do Cuidado de Enfermagem Brasil (RIGCE Brasil). <strong>Método:</strong> Trata-se de uma síntese temática norteada pela estratégia enunciativa para criação da logomarca da RIGCE Brasil. A confecção da logomarca envolveu a interpretação da filosofia da rede, a seleção de termos identitários e sua concepção simbólica, o cotejamento da ideia com os detalhes de logomarcas das demais redes associadas, e a criação de sucessivas versões até a saturação da versão final com auxílio dos stakeholders da rede. <strong>Resultados</strong>: A logomarca apresentou princípios estéticos e conceituais que refletem a filosofia da RIGCE Brasil e sua relação com os movimentos internacionais da mesma natureza. <strong>Conclusão: </strong>Foram retratados os elementos visuais presentes e interpretados à luz da simbologia própria da enfermagem e da gestão do cuidado.</p> Abel Silva de Meneses Copyright (c) 2026 Autor(es) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-02-25 2026-02-25 5 e202650047 e202650047 10.59229/2764-9806.RTCC.e202650047 Vivências e Impactos do Processo de Hospitalização em Unidade de Terapia Intensiva para o Acompanhante Familiar https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc/article/view/e202650048 <p><strong>Objetivo: </strong>Analisar o impacto emocional e o sofrimento dos familiares acompanhantes decorrentes da internação de pacientes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta e relacionar os cuidados prestados pela equipe multiprofissional aos princípios da Política Nacional de Humanização. <strong>Método:</strong> Estudo de campo, de abordagem qualitativa, descritiva e exploratória, realizado entre junho e agosto de 2025, com acompanhantes de pacientes em risco iminente de morte internados na Unidade de Terapia Intensiva Adulta de um Hospital Municipal de São Paulo. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas e analisados segundo o método de análise de conteúdo e a qualidade metodológica se deu pelo <em>Consolidated Criteria for Reporting Qualitative Research</em>. <strong>Resultados</strong>: Os familiares enfrentam intenso sofrimento emocional, expresso por medo, ansiedade e luto antecipado. A visita mostrou-se essencial para o vínculo afetivo, enquanto a comunicação da equipe influenciou diretamente a percepção de acolhimento. A espiritualidade destacou-se como recurso de apoio e ressignificação, reforçando a importância de práticas humanizadas. <strong>Conclusão: </strong>Acompanhar um ente querido em estado crítico na UTI é uma experiência desgastante, marcada por incertezas, restrições de visita e dificuldade de acesso a informações claras. Conclui-se que é essencial incorporar práticas multiprofissionais humanizadas que incluam também o cuidado aos familiares.</p> Luana Santos Chagas da Paixão Jucinei Araujo de Jesus Copyright (c) 2026 Autor(es) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-02-25 2026-02-25 5 e202650048 e202650048 10.59229/2764-9806.RTCC.e202650048 Impacto do Luto na Equipe de Cuidado da Unidade de Terapia Intensiva de um Hospital Público https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc/article/view/e202650051 <p><strong>Objetivo: </strong>Analisar as vivências dos profissionais de saúde diante da perda de um paciente, investigando como elaboram o luto, se esse processo é reconhecido ou não reconhecido institucionalmente, e o impacto emocional da perda na equipe que atua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). <strong>Método:</strong> Estudo qualitativo, de campo, realizado com profissionais de saúde da UTI adulto do Hospital Municipal Dr. Fernando Mauro Pires da Rocha, por meio de entrevistas semiestruturadas. Os dados foram analisados à luz da Análise de Discurso, respeitando rigorosamente os princípios éticos da pesquisa com seres humanos. <strong>Resultados</strong>: Os achados evidenciam que o luto dos profissionais se apresenta como experiência emocional complexa, frequentemente silenciosa e invisibilizada culturalmente, sendo intensificada pelos vínculos estabelecidos com os pacientes. As narrativas revelam sofrimento psíquico e estratégias individuais de enfrentamento diante da perda. <strong>Conclusão: </strong>Destaca-se a necessidade de reconhecer e legitimar o sofrimento emocional dos profissionais de saúde da UTI, fortalecendo práticas institucionais de acolhimento e cuidado com a saúde mental.</p> Daniela Neves da Silva Lívia kondrat Pinto Kanashiro Cláudia Regina Graziano de Moraes e Abreu Copyright (c) 2026 Autor(es) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-04-08 2026-04-08 5 e202650051 e202650051 10.59229/2764-9806.RTCC.e202650051 Atendimento às Pessoas com Transtorno do Espectro Autista na Reabilitação: protocolo e estratégias terapêuticas https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc/article/view/e202650052 <p><strong>Objetivo: </strong>Descrever o modelo de atendimento interdisciplinar oferecido a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Centro Especializado em Reabilitação (CER), enfatizando os protocolos assistenciais e estratégias terapêuticas adotadas. <strong>Método:</strong> Estudo descritivo baseado na análise documental do Protocolo de Atendimento à Pessoa com TEA do CER. Foram examinadas diretrizes institucionais, critérios de inclusão, estrutura dos atendimentos individuais e em grupo, participação da família e articulação com a rede de atenção à saúde. <strong>Resultados</strong>: O protocolo estabelece um fluxo estruturado para avaliação e reabilitação, incluindo intervenção precoce para crianças com risco psíquico, atendimentos em grupo organizados por faixa etária e suporte contínuo às famílias. A abordagem interdisciplinar permite um acompanhamento integral, articulando diferentes especialidades para favorecer a inclusão e o desenvolvimento funcional dos usuários. <strong>Conclusão: </strong>O modelo adotado pelo CER contribui para a reabilitação de pessoas com TEA, reforçando a importância da assistência interdisciplinar. A padronização dos fluxos e a articulação com a rede de atenção ampliam as possibilidades de inclusão social e promoção da autonomia dos usuários.</p> Ana Paula Ribeiro Hirakawa Karla Dias Tomazella Suzi Mary Simões Copyright (c) 2026 Autor(es) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-06-01 2026-06-01 5 e202650052 e202650052 10.59229/2764-9806.RTCC.e202650052 Conhecimento de Profissionais de Enfermagem sobre Identificação e Prevenção do Delirium na Unidade de Terapia Intensiva https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc/article/view/e202650053 <p><strong>Objetivo: </strong>Verificar o conhecimento dos profissionais de enfermagem sobre identificação e prevenção do <em>delirium</em> em pacientes internados na unidade de terapia intensiva. <strong>Método:</strong> Trata-se de uma pesquisa quantitativa, do tipo estudo observacional transversal, realizada com 47 profissionais de enfermagem atuantes em uma unidade de terapia intensiva, por meio de um questionário online anônimo, composto por 14 questões de múltipla escolha relacionados a dados demográficos e conhecimentos sobre identificação e prevenção de <em>delirium</em>. <strong>Resultados</strong>: Foi demonstrado que 70,2% da equipe de enfermagem avaliada possuía conhecimento técnico quanto à identificação dos principais sinais e sintomas e 80,9% conheciam medidas de prevenção do <em>delirium</em>. Adicionalmente, 87,2% aderiram à formulação e implementação de protocolos específicos. <strong>Conclusão: </strong>O estudo revelou que houve um conhecimento técnico dos profissionais de enfermagem sobre <em>delirium</em>, porém com lacunas no uso de ferramentas de identificação. Além disso, a importância do reconhecimento dos profissionais avaliados quanto à criação de protocolos específicos para fortalecer a capacitação e implantação de protocolo institucional, consolidam a detecção e prevenção do delirium em unidades de terapia intensiva.</p> <p><strong>Descritores: </strong>Delírio; Unidades de Terapia Intensiva; Conhecimentos, Atitudes e Prática em Saúde; Profissionais de Enfermagem; Enfermagem de Cuidados Críticos.</p> Bruna Lopes dos Santos Jucinei Araújo de Jesus Copyright (c) 2026 Autor(es) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-07-20 2026-07-20 5 e202650053 e202650053 10.59229/2764-9806.RTCC.e202650053 Prescrever Também é Cuidar: Prescrição Medicamentosa em Protocolos de Enfermagem da Atenção Primária à Saúde https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc/article/view/e202650054 Tatiana Roberta Lucena de Meneses Abel Silva de Meneses Copyright (c) 2026 Autor(es) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-07-20 2026-07-20 5 e202650054 e202650054 10.59229/2764-9806.RTCC.e202650054 Excesso de Mortalidade por Múltiplas Causas Durante Onda de Calor em Estados Brasileiros https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc/article/view/e202650058 <p><strong>Objetivo: </strong>Estimar o excesso de mortalidade por todas as causas durante a onda de calor de 7 a 12 de fevereiro de 2024 nos estados brasileiros apontados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) -Paraná, Rio Grande do Sul e Roraima-, caracterizar sua distribuição por causa básica e comparar a área declarada com a atingida. <strong>Método:</strong> Delineamento caso-cruzado com estratificação temporal e verossimilhança condicional de Poisson sobre microdados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). A janela foi a pré-especificada pela nota do INMET, anterior a esta análise. Dias-caso: 7 a 15 de fevereiro, com defasagem de zero a três dias; controles: demais dias do mês. Aplicaram-se controles negativos temporais e espaciais. <strong>Resultados:</strong> Observaram-se 4.558 óbitos contra 4.341 esperados: risco relativo 1,077 (IC95% 1,039–1,117), aproximadamente 217 óbitos em excesso. Os controles negativos foram nulos. O excesso distribuiu-se por quase todos os capítulos da CID-10, sem concentração em nenhum, poupando neoplasias (0,980) e sem gradiente por escolaridade ou idade. X30 registrou zero óbitos. <strong>Conclusão:</strong> Eventos extremos oficialmente reconhecidos constituem unidade analítica útil, complementar às séries temporais, para investigar o impacto sanitário de ondas de calor.</p> Fábio Luiz Vieira Copyright (c) 2026 Autor(es) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-09-08 2026-09-08 5 e202650058 e202650058 10.59229/2764-9806.RTCC.e202650058 Engajamento de Pacientes e Familiares nas Análises de Eventos Adversos: uma Prática Possível? https://revista.cejam.org.br/index.php/rtcc/article/view/e202650046 <p>O editorial aborda o engajamento de pacientes e familiares nas análises de eventos adversos, discutindo seus benefícios e desafios, para sua prática nos serviços de saúde.</p> Pâmela Caroline Santos Uemoto Juliana Salomão Rocha de Oliveira Andresa Gomes de Paula Maristela Santini Martins Copyright (c) 2026 Autor(es) https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-02-20 2026-02-20 5 e202650046 e202650046 10.59229/2764-9806.RTCC.e202650046