Rev. Tec. Cient. CEJAM. 2026;5:e202650056
ACESSO ABERTO
Autoria
Maria Helena Pinheiro1
ORCID: https://orcid.org/0009-0004-8769-2632
Fábio Vidal Franco2
ORCID: https://orcid.org/0000-0001-5400-2317
Marcela Maria da Silva2
ORCID: https://orcid.org/0009-0004-8941-3377
Jucinei Araújo de Jesus1*
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-3159-4273
*Correspondente: jaraujo.ney@gmail.com
Instituição
¹ Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, São Paulo, SP,
Brasil.
2 Centro de Estudos e Pesquisas Doutor João Amorim (CEJAM),
São Paulo, SP, Brasil.
Como citar este artigo • Direitos autorais©
Pinheiro MH, Franco FV, Silva MM, Jesus JA. Padronização da
Avaliação de Feridas em Hospital Público de o Paulo. Rev.
Tec. Cient. CEJAM. 2026;5:e202650056. DOI:
https://doi.org/10.59229/2764-9806.RTCC.e202650056.
Editores
Abel Silva de Meneses Editor Chefe
ORCID: https://orcid.org/0000-0003-1632-2672
André Ramalho Editor Científico
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-8099-3043
Submetido Aceito
30-06-2026 20-08-2026
Relato de Experiência
Padronização da Avaliação de Feridas em Hospital Público de
São Paulo
Standardization of Wound Assessment at a Public Hospital in São
Paulo
Estandarización de la Evaluación de Heridas en un Hospital Público de
São Paulo
Resumo
Objetivo: Relatar a construção e a implantação de uma ferramenta digital para
padronização da avaliação, prescrição de coberturas e acompanhamento de feridas em um
hospital público do município de São Paulo. Método: Relato de experiência orientado pela
diretriz SQUIRE 2.0, desenvolvido no contexto da gestão do cuidado em feridas. A
experiência envolveu a Comissão de Cuidados com a Pele, enfermeiros das unidades de
internação e profissionais de educação permanente. A intervenção consistiu na criação de
ferramenta em Excel baseada no acrônimo TIMERS, vinculada a um drive institucional com
lista de coberturas padronizadas e formulário para solicitação de interconsulta. Resultados:
A ferramenta foi disponibilizada nas unidades de internação após divulgação e capacitação
institucional. Observou-se adesão dos enfermeiros, aumento dos pedidos de interconsulta
para apoio à continuidade do cuidado e maior autonomia na gestão sistematizada de lesões.
Conclusão: A experiência indica que instrumentos digitais simples, construídos a partir de
referencial clínico, podem organizar a avaliação de feridas, apoiar a decisão do enfermeiro
e qualificar fluxos assistenciais em serviços hospitalares.
Descritores: Ferimentos e Lesões; Cuidados de Enfermagem; Processo de Enfermagem;
Tecnologia em Saúde; Gestão da Qualidade.
Abstract
Objective: To report the development and implementation of a digital tool to standardize
wound assessment, dressing prescription, and wound follow-up in a public hospital in São
Paulo, Brazil. Method: Experience report guided by the SQUIRE 2.0 reporting guideline,
developed in the context of wound care management. The experience involved the Skin
Care Committee, inpatient unit nurses, and continuing education professionals. The
intervention included the creation of an Excel-based tool using the TIMERS acronym, linked
to an institutional drive with standardized dressings and a form for specialized consultation
requests. Results: The tool was made available in inpatient units after institutional training
and dissemination. Nurses adhered to its use, consultation requests increased, and nurses
reported greater autonomy in systematic wound care management. Conclusion: The
experience indicates that simple digital instruments based on clinical frameworks can
organize wound assessment, support nursing decision-making, and improve care workflows
in hospitals.
Descriptors: Wounds and Injuries; Nursing Care; Nursing Process; Health Technology;
Quality Management.
Resumen
Objetivos: Relatar la construcción y la implementación de una herramienta digital para
estandarizar la evaluación, prescripción de coberturas y seguimiento de heridas en un
hospital público del municipio de São Paulo. Método: Relato de experiencia guiado por la
directriz SQUIRE 2.0, desarrollado en el contexto de la gestión del cuidado de heridas. La
experiencia involucró a la Comisión de Cuidados de la Piel, enfermeros de unidades de
hospitalización y profesionales de educación permanente. La intervención incluyó una
herramienta en Excel basada en el acrónimo TIMERS, vinculada a una unidad institucional
con coberturas estandarizadas y solicitud de interconsulta. Resultados: La herramienta fue
puesta a disposición de las unidades de hospitalización después de capacitación y
divulgación institucional. Hubo adhesión de los enfermeros, aumento de las interconsultas
y mayor autonomía en la gestión sistematizada de lesiones. Conclusión: La experiencia
indica que instrumentos digitales simples, basados en marcos clínicos, pueden organizar la
evaluación de heridas, apoyar la decisión del enfermero y mejorar los flujos asistenciales
hospitalarios.
Descriptores: Heridas y Lesiones; Atención de Enfermería; Proceso de Enfermería;
Tecnología Sanitaria; Gestión de la Calidad.
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INTRODUÇÃO
O cuidado de pessoas com feridas em ambiente hospitalar
exige avaliação clínica sistemática, registro claro e tomada de
decisão apoiada por critérios técnicos. As lesões cutâneas têm
diferentes etiologias, níveis de complexidade e respostas
terapêuticas. Por isso, a prescrição de coberturas requer análise
do tecido, sinais de infecção, umidade, bordas, dor, evolução e
condições clínicas do paciente(1).
O Processo de Enfermagem orienta a organização desse
cuidado, pois articula avaliação, diagnóstico, planejamento,
implementação e avaliação dos resultados. Na gestão do cuidado
de feridas, esse processo permite que o enfermeiro escolha
condutas compatíveis com a situação da lesão, com as metas
terapêuticas e com a autonomia possível para o paciente. Esse
raciocínio também favorece a continuidade do cuidado entre
turnos, unidades e profissionais(1-2).
Em serviços hospitalares, a ausência de instrumentos
padronizados pode gerar registros heterogêneos, dúvidas sobre
coberturas disponíveis e atraso na solicitação de apoio
especializado. A literatura sobre melhoria da qualidade
recomenda que intervenções assistenciais sejam descritas
considerando contexto, intervenção e avaliação dos efeitos
produzidos. A diretriz SQUIRE 2.0 foi proposta para relatos de
iniciativas que buscam melhorar qualidade, segurança e valor em
saúde(3).
O acrônimo TIMERS (Tissue/Debridement, Infection, Moisture,
Edge, Regeneration e Social Fators) tem sido usado na avaliação
do leito da ferida(4). Ele organiza componentes clínicos
relacionados a tecido, inflamação ou infecção, umidade, bordas,
reparo ou regeneração e fatores sociais ou relacionados ao
paciente. Seu uso em ferramentas assistenciais pode apoiar a
decisão do enfermeiro e reduzir variações na avaliação de feridas
complexas(5-6).
No hospital público descrito neste relato, a Comissão de
Cuidados com a Pele identificou a necessidade de padronizar a
avaliação de feridas, a prescrição de coberturas e o
acompanhamento diário das lesões. A solução escolhida foi a
construção de ferramenta digital em Excel, integrada a um drive
institucional com lista de coberturas padronizadas pela Secretaria
Municipal da Saúde de São Paulo e acesso à solicitação de
interconsulta especializada.
O objetivo deste estudo foi relatar experiência de construção
e a implantação de uma ferramenta digital para padronização da
avaliação, prescrição de coberturas e acompanhamento de feridas
em um hospital público do município de São Paulo.
MÉTODO
Tipo de estudo
Trata-se de relato de experiência assistencial aplicada à
gestão do cuidado em feridas. O manuscrito foi estruturado
segundo a diretriz SQUIRE 2.0, indicada pela Rede EQUATOR para
relatos de melhoria da qualidade em saúde(3).
Cenário do estudo
A experiência ocorreu em hospital público do município de São
Paulo, no contexto das unidades de internação e da Comissão de
Cuidados com a Pele. O serviço possuía demanda de avaliação de
feridas, uso de coberturas padronizadas pela Secretaria Municipal
da Saúde e necessidade de apoio por interconsulta especializada.
Período de realização da experiência
A experiência foi registrada para submissão científica em
2026. Os documentos institucionais usados nesta redação não
delimitavam mês de início, mês de término ou duração da
implantação. Por esse motivo, o período operacional foi descrito a
partir das etapas executadas, sem datação mensal.
Sujeitos envolvidos na experiência
Participaram da experiência enfermeiros da Comissão de
Cuidados com a Pele, profissionais da educação permanente,
enfermeiros das unidades de internação e equipe envolvida nas
interconsultas. Os pacientes com feridas foram beneficiários
indiretos da intervenção assistencial, sem identificação nominal
no presente relato.
Aspectos éticos e de integridade
O relato não utilizou dados individuais de pacientes, imagens,
prontuários identificáveis ou informações nominais de
profissionais. As informações apresentadas derivam da descrição
institucional da experiência e de resultados observacionais
agregados.
OBJETIVOS DA EXPERIÊNCIA
Criar um plano de ação para capacitação técnica dos
enfermeiros na classificação das feridas, escolha da cobertura e
acompanhamento diário das lesões.
Construir e implantar uma ferramenta digital baseada no
acrônimo TIMERS para padronizar a avaliação, a prescrição de
coberturas e o acompanhamento de feridas.
Facilitar o acesso dos enfermeiros à relação de coberturas
padronizadas e ao fluxo de solicitação de interconsulta
especializada.
Estimular a corresponsabilização do enfermeiro na gestão
sistematizada de feridas e lesões cutâneas.
DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA
A experiência teve início com a identificação de desafios
relacionados à classificação de feridas, escolha de coberturas e
registro do acompanhamento diário. A Comissão de Cuidados com
a Pele analisou a necessidade de um instrumento comum para
apoiar a decisão clínica do enfermeiro e facilitar a comunicação
entre unidades.
A primeira ação consistiu na elaboração de uma ferramenta
digital em Excel. A escolha desse formato ocorreu pela
disponibilidade institucional do software, pela familiaridade dos
profissionais com planilhas e pela possibilidade de instalação nos
computadores das unidades de internação. A ferramenta foi
construída com base no acrônimo TIMERS, de modo que o
enfermeiro pudesse classificar aspectos do leito da ferida e
registrar dados necessários para o planejamento do cuidado.
A ferramenta foi pensada para apoiar três funções
assistenciais. A primeira foi a avaliação padronizada da lesão. A
segunda foi a prescrição de coberturas conforme características
clínicas e produtos disponíveis. A terceira foi o acompanhamento
diário, com registro da evolução e necessidade de reavaliação ou
interconsulta.
No mesmo drive institucional, a equipe incluiu uma relação de
coberturas padronizadas pela Secretaria Municipal da Saúde de
São Paulo. Essa lista continha nomes comerciais e genéricos, o
que reduziu dúvidas no momento da escolha e favoreceu
alinhamento entre prescrição, estoque e prática assistencial.
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O drive também recebeu um link para solicitação de
interconsulta especializada. Essa decisão integrou o instrumento
à rede interna de apoio, pois permitiu que o enfermeiro solicitasse
avaliação complementar diante de feridas complexas, ausência de
evolução esperada ou necessidade de orientação sobre cobertura.
Após a construção, a ferramenta foi divulgada pela Comissão
de Gestão de Cuidados com a Pele. A equipe realizou ações de
capacitação e orientação técnica para os enfermeiros, com foco
na classificação das feridas, uso do acrônimo TIMERS, escolha de
cobertura e acompanhamento diário. Em seguida, o drive foi
instalado nos computadores das unidades de internação, o que
facilitou o acesso durante o trabalho assistencial.
A implantação valorizou a prática do enfermeiro como
responsável pela gestão do cuidado com a pele. O instrumento
não substituiu a avaliação clínica. Ele organizou informações,
apoiou a consulta aos materiais disponíveis e facilitou o
encaminhamento para interconsulta quando necessário.
PRINCIPAIS RESULTADOS ALCANÇADOS
A experiência produziu uma ferramenta institucional acessível
aos enfermeiros das unidades de internação. A disponibilidade do
arquivo nos computadores das unidades reduziu barreiras de
acesso e permitiu consulta durante a rotina assistencial.
A divulgação feita pela Comissão de Cuidados com a Pele
resultou em uso da ferramenta pelos enfermeiros. Os registros
originais indicam adesão dos profissionais ao drive e uso do
instrumento para apoio à avaliação, escolha de coberturas e
seguimento das lesões.
Observou-se aumento expressivo dos pedidos de
interconsulta. Esse resultado foi interpretado pela equipe como
maior procura por apoio especializado para continuidade do
cuidado, e não como perda de autonomia. A ferramenta permitiu
identificar situações que demandavam avaliação complementar e
encaminhamento organizado.
A experiência também foi associada a maior autonomia dos
enfermeiros na gestão sistematizada do cuidado com a pele. Os
profissionais passaram a contar com um roteiro comum de
avaliação, acesso rápido à lista de coberturas e fluxo definido para
solicitar apoio técnico.
Os documentos institucionais relatam feedback positivo dos
enfermeiros e redução expressiva no tempo de internação de
pacientes acompanhados com apoio do instrumento e da
comissão. Esse achado deve ser interpretado com cautela, pois
não houve descrição de método quantitativo, linha de base, grupo
comparador ou análise estatística. O instrumento elaborado
encontra-se na figura abaixo.
Figura 1 - Instrumento de avaliação e classificação de feridas,
São Paulo (SP), Brasil, 2026.
Fonte: Elaboração própria.
DISCUSSÃO
A experiência descreve uma intervenção de baixo custo
operacional, construída com recurso digital disponível no cotidiano
institucional. Sua principal função foi reduzir variação na avaliação
de feridas e facilitar a decisão do enfermeiro diante de lesões
acompanhadas nas unidades de internação.
A organização do cuidado por meio do Processo de
Enfermagem tem relação direta com a gestão de feridas. Avaliar
a lesão, definir metas, prescrever cuidados, acompanhar resposta
e replanejar condutas são etapas compatíveis com a prática do
enfermeiro. Quando essas etapas o registradas de modo
padronizado, a continuidade assistencial tende a ser mais clara
entre profissionais(1-2).
O uso do TIMERS deu estrutura clínica ao instrumento. Esse
acrônimo amplia a leitura do leito da ferida para além da
aparência imediata, pois inclui fatores relacionados ao tecido,
inflamação, umidade, bordas, reparo e aspectos sociais ou do
paciente. Essa abordagem se aproxima da preparação do leito da
ferida e da avaliação integral da pessoa com lesão(5-6).
A integração entre avaliação, lista de coberturas e
interconsulta foi um ponto central da experiência. Ferramentas
digitais isoladas podem ter pouco efeito quando não se conectam
ao fluxo real de trabalho. Neste relato, o drive reuniu instrumento
de avaliação, consulta aos produtos padronizados e solicitação de
apoio especializado, o que aproximou a tecnologia da rotina
assistencial.
O aumento dos pedidos de interconsulta sugere que os
enfermeiros passaram a reconhecer melhor situações que exigiam
apoio especializado. Esse dado também pode indicar maior
visibilidade institucional da comissão. A interconsulta, nesse
contexto, teve papel de apoio à continuidade do cuidado,
especialmente em casos de maior complexidade.
A autonomia profissional descrita nos resultados não deve ser
compreendida como atuação isolada. Ela se relaciona à
capacidade de avaliar, registrar, prescrever cuidados dentro da
competência legal e acionar suporte quando necessário. Essa
forma de autonomia depende de conhecimento técnico,
protocolos, educação permanente e disponibilidade de recursos.
Os achados relatados são coerentes com estudos que tratam
de tecnologias em saúde para prevenção de lesões por pressão e
de práticas avançadas no cuidado de feridas crônicas.
Instrumentos e tecnologias assistenciais podem apoiar a prática
quando estão ligados à capacitação, aos fluxos institucionais e à
avaliação clínica do enfermeiro(2,7-8).
Apesar dos resultados favoráveis, a experiência ainda carece
de mensuração objetiva. Indicadores como tempo médio entre
identificação da ferida e primeira avaliação, tempo para
interconsulta, adesão ao preenchimento, adequação da cobertura
prescrita e evolução das lesões poderiam fortalecer a avaliação de
efetividade em novas etapas.
Limitações do Estudo
As principais limitações foram a ausência de período
operacional delimitado, a falta de indicadores quantitativos
comparativos e a inexistência de análise estatística. Também não
houve descrição do número de enfermeiros capacitados, número
de pacientes acompanhados ou critérios formais para avaliar
redução de tempo de internação.
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Contribuições para a Ciência
A experiência apresenta uma estratégia replicável para
serviços que necessitam padronizar a gestão do cuidado de feridas
com recursos digitais simples. A ferramenta pode apoiar educação
permanente, consulta a coberturas padronizadas, solicitação de
interconsulta e continuidade do cuidado. Para a enfermagem, a
proposta reforça o uso do Processo de Enfermagem na avaliação
de lesões e no acompanhamento clínico sistematizado.
CONCLUSÃO
A construção e implantação de uma ferramenta digital
baseada no acrônimo TIMERS permitiu organizar a avaliação, a
prescrição de coberturas e o acompanhamento diário de feridas
em um hospital público do município de São Paulo.
A experiência foi associada à adesão dos enfermeiros, maior
uso da interconsulta especializada e percepção de maior
autonomia profissional na gestão sistematizada do cuidado com a
pele. O instrumento também facilitou o acesso à relação de
coberturas padronizadas pela Secretaria Municipal da Saúde.
O relato indica que tecnologias assistenciais simples podem
apoiar a prática do enfermeiro quando estão vinculadas à
capacitação, à comissão institucional e aos fluxos de cuidado.
Recomenda-se que etapas futuras incluam indicadores objetivos
de processo e desfecho, com avaliação antes e depois da
implantação.
CONTRIBUIÇÃO DOS AUTORES
Transparência na contribuição dos autores segundo a
Taxonomia CRediT.
Conceitualização
Jucinei Araújo de Jesus; Maria Helena Pinheiro;
Fábio Vidal Franco; Marcela Maria da Silva
Curadoria de dados
Jucinei Araújo de Jesus; Maria Helena Pinheiro;
Fábio Vidal Franco
Análise formal
Jucinei Araújo de Jesus
Aquisição de financiamento
Não aplicável
Investigação
Jucinei Araújo de Jesus; Fábio Vidal Franco
Metodologia
Jucinei Araújo de Jesus; Maria Helena Pinheiro;
Fábio Vidal Franco; Marcela Maria da Silva
Administração do projeto
Jucinei Araújo de Jesus; Maria Helena Pinheiro;
Fábio Vidal Franco; Marcela Maria da Silva
Recursos
Jucinei Araújo de Jesus; Maria Helena Pinheiro;
Fábio Vidal Franco
Software
Não aplicável
Supervisão
Jucinei Araújo de Jesus
Validação
Jucinei Araújo de Jesus; Maria Helena Pinheiro;
Fábio Vidal Franco; Marcela Maria da Silva
Visualização
Jucinei Araújo de Jesus; Maria Helena Pinheiro;
Fábio Vidal Franco; Marcela Maria da Silva
Escrita - esboço original
Jucinei Araújo de Jesus
Escrita - revisão e edição
Jucinei Araújo de Jesus; Maria Helena Pinheiro;
Fábio Vidal Franco; Marcela Maria da Silva
DECLARAÇÕES
Conflitos de interesse
Não aplicável
Financiamento
Não aplicável
Aprovação ética
Não aplicável
Agradecimentos
Não aplicável
Preprint
Não aplicável
Inteligência Artificial
Não aplicável
REFERÊNCIAS
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